segunda-feira, 13 de julho de 2009

Dia Mundial do Rock... uhum!




Pois é, 13/07/2009 dia mundial do Rock. Estilo musical que nasceu nos anos 50 blah blah blah. Sabemos disso né ? Enfim, parei para pensar sobre o Rock hoje. Parei, e percebi que só consigo demonstrar um verdadeiro interesse pelas coisas que surgiram dos anos 50 até o final dos 70 (falando de uma maneira geral ). Sei que é clichê dizer que o Rock de hoje em dia é ruim e tudo mais, porém é fato que as atuais bandas que infestam nossas Tvs ( pior ainda, via televisão !) são tão comerciais que as vezes me confundo e penso estar vendo uma propaganda de escola de cursos de línguas ou um comercial de chiclete de goma.

Todo o investimento na estética das bandas prova mais do que nunca que a industria cultural se adapta muito bem aos novos tempos, e mesmo que com a Internet o acesso às musicas seja mais fácil, as gravadoras não desistiram tão facilmente e os shows agora são a nova fonte de renda. Ok, em partes isso é bom porque aí a banda terá que se apresentar mais vezes e mostrar que também sabe fazer bem ao vivo. Por outro lado, o preço dos ingressos aumenta, principalmente se tratando de bandas internacionais. O mercado da música fodendo mais ainda com o nosso bolso.

Se tratando de qualidade, não posso dizer que as bandas do main stream são podres (antes fossem), se uma banda se propõe a fazer um som Teenager, e acha isso bonito e respeitável então que toque bem seus respectivos instrumentos, pelo menos né ? O gosto particular musical eu nem coloco em questão , porque senão a coisa não ia andar rs. De qualquer modo há um esforço por parte das bandas independentes do meio underground para conquistar seu lugar ao sol. Algumas buscam reconhecimento, entrevistas na Mtv, entrevistas pra revistas e claro, sucesso com as garotas, popularidade, enfim tudo o que não tiveram nos anos de escola. Outras buscam apenas tocar seu som , reunir os amigos, beber , se viciar, acabar com a sua vida e (se) chegar a velhice com orgulho de dizer que sobreviveu. Ah claro, e dfizer que tudo o que veio depois de sua banda é um lixo e nunca vai ser bom o bastante. E tem aquelas que querem um pouco das duas coisas, mas são incrivelmente prepotentes e não conseguem admitir para si mesmas que o som da sua banda é um saco, que só os amigos mais próximos toleram e que não adianta ficar fazendo pose de deprimido-excluído-rejeitado-revoltado-viciado-cult-violento-ateu-apolitico-mal amado. O Rock que hoje comemora mais um ano de vida (?) está saturado também de bandas que são como miojo, instantâneas. Porém , a grande massa que compõe o publico de tais bandas é formada por adolescentes de 15 à 17 anos que ao chegarem aos 20 vão sentir vergonha do som , ou simplesmente vão se preocupar mais com o sexo, com o trabalho e pouco com as bandas da gaveta de certos produtores aí. Os que realmente gostarem do estilo, não só musical mas de vida (se é que ainda existe um estilo de vida rock'n'roll) vão sentir vergonha do mesmo jeito e acabarão recorrendo à vanguarda que salva, sempre!

Lembrando que falei de uma maneira geral e confesso que um pouco ( ou bastante ) pessimista, porém posso citar vários nomes de ótimas bandas atuais (na minha opinião, claro) e tal como : Biggs, HellSakura, Matanza, Queens of the Stone Age, The Bellrays, Detroit Rock, Duane Peters and The Hunns, Stoney Birds, Hats, The Dealers, Spinnerette, Eagles of Death Metal,Heavy Trash, Horrorpops, Mars Volta, The Dead Weather, The Kills ... etc.

Enfim. Eu tenho minha banda, e nem me preocupo em analisá-la ou projetá-la, o que eu quero mesmo é que ela soe bem para mim e para meus companheiros de rock. Parece egocêntrico e clichê dizer isso, mas fazer o quê se nem sempre a verdade é reveladora e inédita. Às vezes é o simples e clichê que define o complexo e inusitado.


Rock on fellas.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

a voz da Igualdade




Hoje assisti um filme muito bom : Milk, a voz da Igualdade. Um filme que dispensa maiores comentários, Sean Penn simplesmente se superou no papel de Harvey Milk. Ao invés de fazer uma sinopse aqui, acho mais válido dizer aqueles que lerem este texto que assistam o filme. Porém, não posso evitar a grande vontade que me dá de escrever algo sobre aquilo que pensei durante as cenas, e o que consegui agregar à minha vida. O esforço para se tentar mudar nem que seja um pedaço pequeno da sociedade moralista e preconceituosa, levou uma legião de pessoas às ruas. Essas pessoas tinham um ideal, tinham um motivo maior e principalmente, pensavam na contribuição que estavam fazendo para as próximas gerações. De qualquer modo, não pude deixar de pensar que tais ocorridos, tais lutas não são tão antigas assim.

Hoje ainda existe muita coisa que precisa ser mudada, ou melhor avaliada. Vejo que o direito de ser, e de estar ainda é muito pequeno, se pensar em trabalho, escola, relacionamentos. O que você realmente pode ser para ter um trabalho ? O que você realmente tem que ser para formar uma família? A quem você precisa provar algo para poder ser respeitado no meio em que está inserido ? São perguntas que ainda custam a ser respondidas, e que são deixadas de lado. Penso que, por serem consideradas pequenas , ou questão de "educação", essas perguntas perdem o real valor. As pessoas não percebem que o mundo não evoluiu tanto devido às respostas, mas sim através das questões ... das perguntas. Da busca por uma resposta que não exclua o bem estar de nenhuma criatura nesse mundo.

A filosofia egoísta e individualista que hoje vemos é prova de que muita ainda está sendo maquiado. O agradável ainda está na embalagem daquele cosmético ou nas páginas anoréxicas de revistas de moda. Ser uma menina que projetou uma vida inteira ao lado de outra menina é algo engraçado , algo passageiro, mas quase nunca visto como algo sério. O garoto que conquistou seu espaço, sua formação e seus direitos de cidadão não passa de um lixo se for visto no metrô de mãos dadas com aquele outro garoto que o pediu em namoro há uns meses atrás. O tatuado precisa usar camisas para esconder sua arte, e o que tem piercing precisa retirá-los no final de semana quando for almoçar na casa dos familiares.A negra é chamada de mulata, porque dizer que alguém é negro soa como ofensa. O negro ainda é mal visto na fila do banco, pior ainda se estiver com as mãos no bolso.

O que eu sei é que eu vivo neste mundo e vejo muito disso, já passei por isso, já ouvi coisas que renderiam anos de terapia para alguns. Mas a minha força está não só na esperança, mas na vontade de um dia poder achar isso tudo mais patético do que já é hoje, e dizer para quem estiver ao meu lado que A VOZ DA LIBERDADE HOJE, É A VOZ DO MUNDO INTEIRO.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Musica quando as luzes se forem ...




... O tempo passa e o que era simples há anos atrás, hoje se tão complicado. parece que não há novidade nisso, parece que sempre foi assim e sempre será. Mas eu insisto em me lembrar, quando deito na cama antes de adormecer e fico pensando sobre minha vida hoje, e como era antes. As vezes eu volto dias, as vezes meses, mas na maioria dos casos sempre acabo voltando anos e anos. Quando tudo era mais intenso e bem mais verdadeiro. Quando a justiça não custava a felicidade.

Dos males o menor, não me sobrou tristeza, sobrou um vazio. Um enorme espaço sem utilidade. Agora eu sinto mais dores nas costas e consigo prestar mais atenção nos filmes. Agora eles me impressionam muito mais. Eu também estou ficando mais rouco a cada dia, acordo quase sem voz. Ainda bebo café, mas não tão frequentemente como costumava ser. Ainda amo o frio e torço para que chova. Mas eu não gosto mais de ir à Paulista, nem de ir à Augusta. Eu também não saio mais com o dinheiro da passagem no bolso , sem um propósito maior do que se divertir e falar besteiras. Eu nunca mais fiquei na escada rolante do Shopping falando mal das pessoas, mesmo quando eram deficientes. Nunca mais compartilhei segredos e nem fiz questão de saber muitos outros. Acho que o principal, foi eu não ter me tornado tudo aquilo que sempre repudiei, e muito menos corri para os braços de qualquer pessoa que me idolatrasse. Optei por algo muito mais chato e cinza. Optei por escrever enquanto escuto música.

Percebi que o sonho da minha vida definitivamente não é ter aquela maquete da 5ª série , com 3 bonequinhos num pátio verde e prédios em volta com um carro vermelho. Estou longe de constituir uma bela familia padrão. Ou não, eu até construa uma familia , que não viva a vida toda ao meu lado, mas tempo o bastante pare encher algumas páginas do álbum de fotos. Eu não sei o que estou sentindo, e acho isso normal. Para quê dar um nome aquilo que já está dentro de você, influenciando seu humor, sua escrita, seu vocabulário.

Se hoje eu quero muita coisa, amanhã acho cansativo e repetitivo. Se hoje eu quero a presença de alguém, amanhã já me lembrei de que não há um alguém anymore. Se hoje eu desisti, amanhã eu tento a mesma coisa, só dou um nome novo para não virar rotina.

E eu já nem escuto mais a musica quando as luzes se vão .

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Overkill...




A difícil tarefa de conviver com outras pessoas. Sim, parece que nunca terminaremos uma conversa com um simples final feliz, ou pelo menos, menos conturbado. Não interessa, conversando com um dos meus parceiros nas maldades, percebi que o período de 4 anos é muito intenso quando se tem 16. Já aos 21, nada muda muito, tudo parece se prolongar por muito tempo, isso inclui as coisas ruins, claro.

Eu estou desaprendendo a conviver com algumas pessoas. Houve um tempo em que eu brigava mais, e com isso mostrava para pessoa o que estava achando errado. Desta maneira ambos éramos capazes de achar uma solução para o problema, e tudo estava resolvido no mesmo instante. Agora não, parece que eu me sinto cansado só de pensar que vou ter que me explicar para alguém, buscando fazer com que ela entenda o que se passa na minha cabeça. Aí eu simplesmente deixo para trás, a pessoa e a situação, engulo uma espécie de aceitação e junto disso tudo me torno indiferente à pessoa, pois percebi que ela não vale tanto assim na minha vida. Talvez algum dos meus amigos prefira mesmo que eu nem brigue mais com antigamente, a questão é que ele mal sabe que talvez já nem seja mais meu amigo, e por isso não tenha conflito a ser resolvido, ou frase a ser interpretada.

A gente só luta e briga por aquilo que é importante. O resto , a gente só diz "oi, tchau, até mais."

quarta-feira, 10 de junho de 2009

just listen to the call




... E não pense em mais nada. Escute o chamado e deixe se levar pelas ondas que rompem a realidade. Ondas que fragmentam o coração em pequenos pedaços de alma e desejo. Assuma seu egoísmo para Deus e para o mundo, aceitando de imediato as piores partes do seu ego, deixe que as feridas sequem por si só. E que a honra de chorar caia sobre seus olhos, lave seu rosto e apague de seus lábios aquele desenho rústico de um sorriso não verdadeiro. Deixe que as cordas do violão dancem com seus ouvidos ... apenas escute o chamado.

Houve tempos em que eu lutava diariamente para entender a mim e ao mundo, achar uma semelhança entre meus pensamentos e aquilo que me rodeava. E tudo o que eu consegui foi me frustrar mais ainda comigo, e com as pessoas. Era como dar voltar em torno de um buraco, ou como acordar de um sonho e perceber que meu rosto era completamente diferente do que aquele que estava na minha mente há minutos atrás. Passava dias olhando para o nada e pensando ... pensando ... imaginando como seria o amanhã ... o que dizer para as pessoas amanhã ... o que esperar ouvir delas amanhã. Inevitável foi o momento em que eu despertei de todas essas questões e me libertei de crenças adquiridas junto à neurose. Daí em diante, perdi amigos , ganhei inimigos, perdi colegas, ganhei novos colegas e tudo se tornou uma troca diária de destinos e caminhos. Não sei se seria correto usar a palavra "destino" no plural, pois geralmente se diz que só há um destino , mas quando você quebra seus próprios paradigmas percebe que o plural está em tudo, inclusive na sua existência. A minha nova forma de ver as coisas me mostrou que por mais forte que sejam minhas características pessoais, eu nunca serei o mesmo que fui ontem, quando te disse oi , ou adeus.

As marcas ficam, mas não são nada além de um registro. Toda vez que as coisas ficam ruins ou difíceis eu condeno todas as certezas e duvido até mesmo da solução. Quando percebo, estou fora de tudo. Sempre dentro de mim. Existe um mundo que é muito mais complexo do que esse aqui, e eu só chego nele quando o corpo desiste de resistir e a mente não se alimenta mais de razão. Existe um caminho que leva direto ao coração, só que ele está cheio de armadilhas e ilusões. O que eu sei é que devo continuar caminhando, parar não está nos meus planos.

Sei que ainda assim sou egoísta e quero tudo o que gosto só para mim, e custo a aceitar o fato de que não há amor quando se existe repressão e domínio. Então eu liberto à todos, pois sei que os meus sentimentos sempre serão intensos e falarão por mim. Tão intensos que congelam meus atos, me tornam frio e indiferente.

A intensidade do nascimento de uma estrela é a mesma intensidade do que digo. As vezes já morreu , e ainda assim continua brilhando. As vezes se apagou e eu continuo olhando.

.... Please, don't drive me blind




(...) Mesmo com essa sensação de tempo parado, eu ainda ando nas ruas, almoço, pego ônibus, enfim. Depois daquele ultimo dia e daquela ultima conversa eu achei que nunca mais seria capaz de criar memória, ou de ter uma identidade. Hoje vejo que toda aquela dificuldade era apenas mais uma maneira de me construir, destruindo tudo o que um dia chamei de "nós".

Estava aqui, tomando café e olhando para fora da janela, chuva e mais chuva. Nunca nos importamos com a chuva, ou em ficar molhados. E cada gota de espirrava no vidro era como uma palavra que você dizia. O pior foi não sentir nada com isso. Apenas tive vontade de escrever. Dizer que mesmo com a sensação de tempo parado, eu não achei outra forma de descolar seus olhos dos meus. Então, arranquei-os, e hoje só vejo o que eu quero. (...)

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Eu sinto, misturado com meu sangue ... berrando !




Depois de todo o calor e de não ter mais nenhum senso de direção, eu sinto correndo junto ao meu sangue. Queimando minha pele, e amortecendo meus lábios. Parece como chegar a um campo de algodão, aonde tudo é branco. A música já não é mais a mesma, e parece que não estou mais na estrada, ou no deserto.

Me cansa ter que pensar sobre o que de fato está acontecendo, então apenas deixo os sentidos tomarem conta de mim , junto à substância que domina meu corpo. Eu tento olhar para o céu e ver o sol, tendo achar algo para me guiar... Só que está difícil.

Eu sinto uma vontade gigantesca de brigar e ao mesmo tempo eu também tenho vontade de passar uma noite inteira conversando sobre a vida e sobre os milhares de pontos de vista. Eu também busco uma bússola que guie meus pensamentos ... também busco um ponteiro que guie meu coração.

Agora eu sei bem qual a sensação de beber a tirar os próprios pés do chão, você vai tão alto que não sente mais necessidade de criar limites para a sua existência, e quando volta à realidade, cai de tal forma que muito provavelmente não irá se levantar.

Eu continuo navegando em direção ao sol , seja ele do deserto ou o sol dos meus pensamentos. Estarei sempre buscando uma direção.

Sim, quando eu voltar prometo contar como foi a viagem.

domingo, 24 de maio de 2009

Areia nas velhas botas pretas




... Antes fosse assim sempre, você acordar e lembrar de pouca coisa. Lembrar só do que foi interessante.
Caído ao lado da privada, tudo parecia ter apagado e acendido repentinamente. Levanto, olho no espelho imundo e vejo parte do meu rosto, um olho roxo, um corte pequeno no canto da boca. No chão só restaram cacos de vidro , um maço de cigarro e minha carteira (vazia). Quando volto para o carro na beira da estrada não consigo achar as chaves. Lá vamos nós aos velhos hábitos, pega o fiozinho, raspa um pouco da ponta dele, pega o outro fiozinho , "tec", "tec", plushhh ... faísca = partida.

Um puta sol na minha cabeça, e sem senso algum de direção, só estava seguindo em frente pq a estrada era retilínea mesmo. O som mal pegava, ainda dava para escutar um pouco de Eagles of Death Metal. E a sede ? E a dor de cabeça ? Tudo luxo, pura vaidade. Não tinha mais gosto de guarda chuva na boca, era gosto de gasolina mesmo. Em seguida bate aquele momento " oh, fuck you motherfucker, don't buy me this shit right ?". Paro o carro, sento novamente na beira da estrada ... penso um pouco , abro o porta-malas, pego minha garrafa de Jack Daniels, um copinho de Cabaré, cuspo um pouco para o Santo e bebo. Começo a lembrar de algumas coisas ... e do nada , como num insight, eu vejo as minhas botas cheias de areia ... caio.

Quando eu acordo , o céu está alaranjado, com um azul no seu topo ... só me resta aumentar o som do carro e cantar " Speaking in Tongues", dançando entre os cactos. Já até esqueci da fome, para piorar além de alcoólatra é vegetariano também. Comeremos cactos, sem problemas.

Eu já nem sei o nome do deserto onde fui parar. Leio algumas cartinhas jogadas no banco do carro... uma delas diz " Te amarei até no inferno". Acho que vai mais além do que isso. Tá para nascer... acho que tá para nascer.

Veny.

domingo, 17 de maio de 2009

Cordas vocais ...




Retorno mais uma vez a este espaço digital, tão popular hj em dia. Tal popularização fez com que centenas de blogs sem sentido ou que procuram desesperadamente por um sentido surgissem.

Ensaio de domingo com a banda foi legal, músicas novas (2) cada uma com sua característica, provando mais uma vez que podemos nos superar. Fico animado atém, mesmo achando que não é p bastante.

Às vezes eu me sinto cansado de não me animar com as coisas e achar tudo superficial demais.

Acho que já tomei um caminho que tão cedo não terá volta.

sábado, 9 de maio de 2009

Sempre foi de brincar sozinho .

Menino sai desse chão frio, para de brincar sozinho e vem aqui com seu irmão. Não mãe, ele não sabe brincar direito. Não quero saber, vai brincar com ele.

A semana acaba/começa, e eu simplesmente aceito. Passivo/agressivo, pensando somente no que será da banda. Não que eu não tenha outras coisas para pensar, tem a faculdade que está apertada esse semestre. O que parecia fácil antes, agora tá feio e difícil. Fora essas coisas da rotina, não tem nada muito novo. Talvez o novo seja o escasso contato que eu tenho com as pessoas que conheço, ou os antigos amigos. Melhor para mim, melhor para eles. Assim eu não preciso ficar ouvindo a opinião superficial deles sobre minhas atitudes e comportamente, e eles não precisam ouvir minha opinião seca , sem graça e pessimista sobre seus dilemas TÃO RELEVANTES. Dá para perceber que certas coisas não mudam.

De vez em quando me lembro do lixo do passado e até sinto o cheiro podre dele. De vez em quando eu me pego cantarolando algo do passado, e até escuto um sonzimho no fundo do ouvido. Tudo isso é pq top usando drogas rs. Brincadeira. Nostalgia faz parte.

O legal de ter um blog, ao meu ver, é ele ser seu e ponto. De que adianta 30 mil acessos idiotas e um monte de gente fingindo ler o que vc escreve ? E vc, lê o que escreve?

Que seja, cada conta alguma coisa da maneira que acha melhor. Eu conto assim.